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Quanto custa financiar a casa própria?

11 de novembro de 2020

Antes de contratar um financiamento imobiliário, o cliente precisa ficar atento a todas as despesas inerentes à operação. “Nem sempre juros baixos significam custo menor. É necessário observar todos as despesas envolvidas no crédito habitacional”, ressalta a Gerente Executiva de Crédito Imobiliário da FHE POUPEX, Geovânia Carneiro.

Com a menor taxa Selic da história, os bancos passaram a anunciar juros cada vez mais baixos no financiamento de imóveis. Entretanto, será que o preço que se paga é tão baixo quanto sugerem as propagandas? “Geralmente, essas instituições exigem que os clientes preencham diversos requisitos para conseguir as melhores taxas, entre elas, ter vários produtos da carteira bancária”, explica Geovânia.

Ele ressalta que o consumidor deve verificar o quanto ele pagará de Custo Efetivo Total (CET) na operação. Além da taxa de juros, inclui seguros obrigatórios, tarifas, valor de avaliação do imóvel, que chegam a custar milhares de reais. A recomendação é comparar o CET entre as instituições pesquisadas. “É importante saber o quanto se vai pagar em cada prestação, do início ao fim do contrato. É necessário, por exemplo, observar o preço do seguro ano a ano”, destaca a Gerente.


Dicas para futuros mutuários

  • Não basta olhar o anúncio de redução de taxas de juros e correr para uma agência. Analise o conjunto das condições desse empréstimo, que costuma ser de longuíssimo prazo.
  • Nem sempre os bancos com as menores taxas têm o custo total do crédito mais em conta. Pesquise o valor do Custo Efetivo Total de cada instituição financeira.
  • Embora a maior parte do CET seja composta da taxa de juros, uma redução nesse percentual não significa necessariamente economia, porque outros encargos que compõem o custo total podem até aumentar ao longo do tempo.
  • Um dos principais fatores que faz o CET aumentar é o seguro, pois o valor tende a ser maior para quem é mais velho. No caso da cobertura de Morte e Invalidez Permanente (MIP), quanto mais avançada a idade, mais elevado fica o seguro. Para a proteção de Danos Físicos do Imóvel (DFI), quanto mais caro o imóvel, maior a despesa.

Com informações do https://valorinveste.globo.com/

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